sábado, 4 de julho de 2009

ACREANIDADES

Futebol no seringal

O futebol é mesmo uma paixão nacional. Na foto de Gleilson Miranda, os garotos que vivem no seringal, dentro da floresta amazônica, aproveitam o pedaço de terra e as traves feitas com troncos de árvores para jogar uma pelada. (Foto: Gleilson Miranda/Secom)

Tecendo a rede

Ponto a ponto, a rede vai surgindo no exercício da paciência dos que esperam o momento certo para lançá-la na água (Foto: Sérgio Vale/Secom)

No batelão

A vida nos barcos, grandes ou pequenos, é comum aos moradores da região amazônica. As tramas de águas são atalhos, estradas, caminhos longos percorridos uma vida inteira. Aqui, a ribeirinha lava os utensílios de cozinha e se prepara para mais um dia deslizando sobre as águas dos rios acreanos (Foto: Angela Peres/Secom)

Torcedora do Estrelão

O futebol é um esporte cheio de emoções. Principalmente quando o time do coração ganha de 3 a 0. No Estádio Arena da Floresta, a torcedora comemora a goleada do time acreano na Série C do Campeonato Brasileiro. Um bom começo para o time. (Foto: Gleilson Miranda/Secom)

Caminho das águas

A canoa vai lotada recortando o caudoloso rio de várias vidas. O caminho das águas é a estrada de todos, passageiro ou não da canoa que vai levando o destino trabalhador. Foto: Sérgio Vale/Secom

A praça, um pensamento

Pensa a criança de olhar vagueante, como que errante por entre pombos e pedras, num segundo a vida é intrínseca. A praça é de todos, a vida é bem aqui, em todo lugar. Foto: Sérgio Vale/Secom

O abraço traduzido com outras palavras

¨Procuro um abraço, não qualquer abraço, mas daqueles apertados, bem forte e que seja de alegria, que seja de um homem vivido a outro que chegou à pouco, que seja na pracinha, na calçada, numa nova rua e que se traduza com outras palavras. Procuro o abraço do velho capitão ao marinheiro de primeira viagem, inocente, de olhos cerrados, que atraia as atenções, que me leve ao mar de paz e amizade. E, ao manto da amizade, procuro um abraço amigo.¨ (Texto: Edmilson Ferreira - Foto: Sérgio Vale/Secom)

"Eu sobreviverei"

Nascido numa região afetada pelo desmate, o gigante açacu mantém-se firme no ramal Antônio Costa, em Capixaba. Mantido em pé com a ajuda da comunidade, que a todo custo evita derrubar a árvore, o açacu expõe as cicratizes de um tempo de degradação, mas, imponente - e do alto dessa imponência - está a afirmar aos homens de boa vontade: "eu sobreviverei". Foto: Sérgio Vale/Secom

Infância colorida

Fim de tarde no Arraial Cultural. No espaço onde acontece a dramatização do famoso "casamento caipira", a criança se mistura ao espetáculo de cores. O ritmo da festa de São João, São Pedro e Santo Antônio dá o tom em uma expressão da cultura popular que mobiliza multidões e transforma o evento acreano em um dos maiores da região norte. Foto: Sérgio Vale/Secom

De homens e catedrais

Silêncio do infinito, o homem segue o caminho que provavelmente traz alguma inspiração. Na estrela do Juruá, o brilho oculto da catedral guia a quantos buscarem inspirar-se. Foto: Sérgio Vale/Secom

Mais um dia

O sol se põe em Rio Branco de todos os acreanos. O dia se vai convidando a noite ao pensamento, a meditação, ao sono. Um novo sol virá trazendo um novo dia, outros pensamentos, novas inspirações...mais um dia no Acre. Foto: Sérgio Vale/Secom

Afeto

Os pequenos índios Shanenawa, que moram no município de Feijó, no Vale do Juruá, representam a continuação da cultura e história dessa etnia. Um povo que também luta para manter preservados seus costumes, crenças e valores. (Foto: Sérgio Vale/Secom)

No alto Rio Gregório

No alto Rio Gregório, após uma visita à Terra Sagrada dos Yawanawás, o cacique Biraci Brasil não pode voltar para casa sem levar consigo os peixes para o almoço. A tarrafa é jogada quantas vezes forem necessárias, mas o rio nunca deixa os índios na mão e oferece a eles o alimento que buscam. (Foto: Sérgio Vale/Secom)

 

Fonte:

www.agencia.ac.gov.br

 



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