quinta-feira, 26 de novembro de 2009

ASSIM... despretensiosamente!


O rio Juruá mantém uma rotina que traduz a vida do caboclo ribeirinho da Amazônia. Do transporte de produtos agrícolas à pescaria, o homem da região faz dessas águas, ruas para a sua sobrevivência. (Foto SérgioVale/Secom)
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No horizonte, do outro lado da linha, uma rotina. Vidas em um ritmo amazônico, embaladas por sonhos que saem e nunca aportam. Sem grandes pretensões, no ramal Icuriam viver é o objetivo que rege todos os desafios. (Foto: Sérgio Vale)
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Alex, jovem agricultor da BR 317, sobrevive de vender frutas na beira da estrada: imagem do acreano trabalhador. (Foto: Sérgio Vale/Secom)
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Da janela, a moradora do Juruá admira a vida do lado de fora da casa. Enquanto isso, quem passa na rua admira a moradora na janela, como num quadro, pintado pelo acaso. (Foto: Sérgio Vale/Secom)
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Fabrício é ainda uma criança, mas entende que seu povo, Puyanawa, perdeu muito de sua cultura devido a ação do homem branco, que por pouco não dizimou toda essa etnia a partir de 1913. Hoje seu povo luta pelo resgate cultural e valorização de sua história. Ele está fazendo sua parte, exercendo o direito de ser criança e aprendendo a língua Puyanawa, os cantos e costumes ainda recordados pelos mais velhos. (Foto: Gleilson Miranda/Secom)
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À primeira vista parece que eles estão brincando com os bezerros mas, na verdade, os índios Manchineri da Terra Indígena Mamoadate aprendem desde cedo a amansar os animais. (Foto: Angela Peres/Secom)

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Estas e outras belíssimas imagens você pode conferir no flickr da Agência de Notícias do Acre.
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