quinta-feira, 29 de julho de 2010

OS PAIS DE MÃOS ATADAS E AS AUTORIDADES DESLEIXADAS

Jair Figueirêdo


Baseado nas notícias dos últimos dias e em alguns movimentos que vejo, expresso, aqui, a minha opinião/posição.

Foi aprovado o projeto que criminaliza a palmada que os pais desferem nas crianças. (veja aqui).
Sobre este assunto digo que há uma grande diferença entre palmada ou umas lapadas como ensinamento (quando estão passando dos limites) para o conhecido espancamento, que realmente deve ser tratado com tal rigor. Agora, este projeto de lei fará esta distinção? Será que não estaremos atando, mais do que já está, as mãos os pais em relação a educação dos filhos?

Na lei fala-se de violência contra a criança. Se a mãe dar uma palmada no filho quando este passa dos limites é considerado uma violência contra a criança, o que dizer então das condições imundas e sub-humanas que as nossas autoridades expõem as nossas crianças quando não fornecem qualquer tipo de saneamento básico, quando diariamente estas são expostas aos riscos que nossas crianças estão expostas com a violência que encontramos na rua, sendo sequestradas, estupradas, e assassinadas sem que as devidas políticas de prevenção sejam aplicadas...

Há um outro ponto também interessante, que é a questão moral, de respeito. Esta lei não irá contribuir para termos crianças, adolescentes e jovens que sejam cada vez mais insubordinados, desrespeitem cada vez mais os pais, professores e etc., uma vez que não há punição.

Conheço inúmeras pessoas que na minha infância apanharam, pegaram palmadas, ficaram de castigo muitas vezes, e hoje não são revoltadas, nem traumatizadas e têm muito amor e carinho pelos pais. Este pais souberam usar este método no momento certo para a educação.

Temos que analisar os pontos e para não caminharmos a uma sociedade onde cada vez menos existe a figura da família e não sermos a última geração que temia e respeitava os pais para sermos a primeira geração que teme os filhos... e piorar o que já vemos hoje, muitos filhos desafiando os pais.

***   *    ***
*Jair Figueirêdo é formado em Sistema de Informação pela Universidade Federal do Acre, e mestrando em Ciência da Computação pelo Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco. É Tarauacaense e escreve no blog UM POUCO DE CADA COISA.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

EDUCAR E/OU PUNIR

Profª. Inês Lacerda Araújo


Kant (1724-1804), filósofo alemão, marcou a diferença entre público e privado em um dos escritos mais brilhantes da história da filosofia (O que é a ilustração). Pensar por si mesmo é sair da dependência, da tutela, seja ela qual for. Um público esclarecido, se for dada a ele liberdade, é capaz de fazer uso público da razão, de questionar e decidir.

Falar em nome de sua própria pessoa difere de se manifestar enquanto assume um cargo ou uma posição notória, pois isso exige o cumprimento de leis e de regras. Exemplo: um sacerdote pode dar sua opinião pessoal a respeito da proibição da Igreja Católica de usar preventivo nas relações sexuais. No púlpito, para o público, deve respeitar a doutrina católica.

Essa distinção entre público e privado importa e muito na atual discussão sobre legislar ou não em matéria da vida privada. O estatuto da criança e do adolescente deve oferecer proteção legal. Abuso, violência, devem ser denunciados e punidos? Sim!

Mas, até que ponto dar palmadas nos filhos (as) é ação privada que deve ser regrada e punida por instrumentos públicos? Como e quando intervir e punir? E por que?

Imagem: Isto É
Na década de 50 a repreensão era com palmadas, cintadas (!) e uma vara de marmeleiro poderia ser usada em caso de desobediência.

O que mudou? A percepção da família pelo Estado, o papel da família como núcleo exemplar, como sustentáculo do bom funcionamento do governo, como exigência social e moral de um lugar asseado, de correção, de proteção, de educação, de prevenção de todo e qualquer desvio.

O que os pais e mães devem fazer é policiado para evitar violência social. E evita?

A punição deve ser não violenta (castigue, limite, mas não bata): essa é a mais nova injunção do setor público sobre o privado. Mas e quando a criança sofre ameaça verbal? Fica com medo, insegura. A legislação deveria também proibir ameaças!?

A distinção de Kant está borrada. O Estado, a economia, a sociedade e os governos regram a conduta das famílias. A própria família aceita de bom grado a vigilância.

O ideal seria que pais assumissem a responsabilidade pela melhor educação possível, que soubessem discernir com equilíbrio e amor o modo como educam e, eventualmente, como punem. Uma questão crucial: se há necessidade de punir, isso já não é sintoma de que algo vai mal ?

A sabedoria dos pais deveria valer mais do que regras e códigos ...

*

* Inês Lacerda Araújo - filósofa, professora e escritora de livros de filosofia.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

AMOR, CAPIM E MÚSICA

Isaac Melo


“O amor é feito capim (...). A gente planta, ele cresce / ai vem uma vaca e acaba tudo”. Eu que estudei, embora vagamente, os conceitos básicos de amor desde a Bíblia, passando por filósofos como Platão, Santo Agostinho e mesmo Schopenhauer até a literatura moderna, nunca havia me deparado com um conceito tão patente quanto pateta que chega a ser patético, como esse cantado por uma banda musical de nome Aviões do Forró.

Eu bem que gostaria de dizer uns desaforos – como diz meu pai – a esses grupos musicais. Não vale a pena. Eles não iriam adiante se não encontrassem idiotas suficientes para ouví-los. E o mais lamentável é que esses idiotas, muitas vezes, somos nós mesmos!

Não é verdade que a música para ser boa tem que ser algo parecido com a erudita, a clássica, por ter conteúdo, por instigar o pensamento, por exigir de quem a escuta certos conhecimentos. As mesmas qualidades se encontra com abundância também na música popular e em outros estilos. E, em sua maioria, são agradáveis.

Não é por vir dos meios populares que se justifique a péssima qualidade das letras das canções de certas bandas atuais. Pobreza nunca significou burrice. Embora a burrice humana seja sempre uma pobreza, venha de onde vier. Em se tratando de música, não há tanta importância a procedência social. Há muito riquinho supliciando, matando e sepultando a música (Vanessa Camargo e cia.) bem como muitos ditos favelados (Os Racionais) produzindo excelentes canções e de quebra, promovendo justiça social.

Não sou da opinião de que toda música precisa ter, necessariamente, uma boa letra (o problema é definir boa). Mas não ter nenhum conteúdo também já é demais. Tudo bem que, às três da manhã, numa balada ninguém vai filosofar sobre o que diz a música. Todavia, ouvir rebolation em plena luz do dia, em sã consciência, já acho sandice.

Não almejo uma sociedade intelectualizada. Ser intelectual nunca significou progresso, nem mais consciência. Almejaria vê apenas uma sociedade – pessoas – que fossem capazes de ir além do corriqueiro, do cotidiano. Talvez nem seja necessário chegar a tanto. Que olhassem para si com mais amor, e, por isso, se exigissem mais, de si, do mundo.

Gostaria de ser um estudioso da música para compreender esses fenômenos. Marcel Proust, em Os prazeres e os dias, recomendava detestar a música ruim, mas não a desprezar de todo. Talvez seja porque ela muito diz do vazio de quem a fez e a escuta.

Nunca imaginei que amor e capim dariam uma boa combinação. Música ainda mais. Então, desconfio que os seres que mais amam andam de quatro, berram e ruminam. E aqueles que fazem canções, poemas e serenatas esses, sim, mais dignos de capim.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

OS CAMINHOS DA LIBERDADE

Jean-Paul Sartre


Tinha sete anos. Estava em Pithiviers, na casa de tio Jules, o dentista, sozinho na sala de espera, e brincava de não se deixar existir. Era preciso tentar não se engolir, como quando a gente conserva sobre a língua um líquido demasiado frio, evitando o pequeno movimento da deglutição que o faria escorrer para a garganta. Conseguira esvaziar completamente a cabeça. Mas esse vazio ainda tinha um gosto. Era um dia de tolices. Vegetava num calor provinciano que cheirava a mosca e eis que tinha pegado uma e lhe arrancara as asas. Verificara que a cabeça se assemelhava a uma cabeça de fósforo, fora buscar a caixa na cozinha e esfregara nela a mosca para ver se acendia. Tudo isso com grande displicência: era uma pífia comédia de vagabundo e ele não conseguia interessar-se por si próprio, sabia muito bem que a mosca não acenderia. Sobre a mesa havia revistas rasgadas e um belo vaso chinês, verde e cinza, com alças como garras de papagaio. O tio lhe dissera que o vaso tinha três mil anos. Mathieu aproximara-se do vaso com as mãos para trás e contemplara-o com inquietude. Era apavorante ser uma bolinha de miolo de pão neste mundo velho ressequido, diante de um vaso impassível de três mil anos. Voltara-lhe as costas e pusera-se a brincar de vesgo e a fungar na frente do espelho, sem chegar a distrair-se. E de repente ele retornara à mesa, erguera o vaso, que era pesadíssimo, e o jogara no chão. Isso lhe acontecera sem mais aquela e logo depois ele se sentira leve, diáfano. Olhava os cacos de porcelana, maravilhado. Algo acabava de ocorrer com aquele vaso de três mil anos entre os quinquagenários, na luminosidade do verão, algo totalmente irreverente, que se assemelhava a uma manhã. Pensara: “Eu fiz isso”, e se sentiu orgulhoso, livre, sem peias; sem família, sem origem, um pequeno broto obstinado que rompera a crosta terrestre.

***   *    ***

SARTRE, Jean-Paul. A Idade da Razão: Os caminhos da liberdade 1. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

NÃO QUERO PARTIR

Fernando Pessoa



Sinto-me nascido a cada momento
para a eterna novidade do mundo...
Creio no Mundo como num malmequer
porque o vejo. Mas não penso nele
porque pensar é não compreender...
Ah, como os mais simples dos homens
são doentes e confusos e estúpidos
ao pé da clara simplicidade
e saúde em existir
das árvores e das plantas!

Sejamos simples e calmos,
como os regatos e as árvores,
e Deus amar-nos-á fazendo de nós
belos como as árvores e os regatos,
e dar-nos-á verdor na sua primavera
e um rio aonde ir ter quando acabemos!...


Fernando Pessoa/Alberto Caeiro

***    *    ***

Foto: Galeria de criber

segunda-feira, 19 de julho de 2010

DAS MARGENS DO SÃO FRANCISCO:

O GRITO DA JUVENTUDE!

A juventude quer viver...
na luta pela vida, contra o
extermínio de jovens.
Eis o nosso compromisso
na experiência do mistério da Ressurreição!

A cidade de Malhada, às margens do Rio São Francisco, viveu um dia muito especial nesse domingo (18). Ocorreu, ali, o segundo encontro de formação da Pastoral da Juventude do zonal 09 (Malhada, Iuiu, Sebastião Laranjeiras e Palmas de Monte Alto) da Diocese de Caetité-BA.

Assim como o primeiro encontro, em Sebastião Laranjeiras, ocorrido no mês de maio, continuamos discutindo e apontando pistas de ação para o combate ao extermínio de jovens.

Foram convidados a palestrar sobre o tema o advogado Dr. Lucas, e o assessor diocesano da Pastoral da Juventude Pe. João Sá. O encontro contou ainda com a presença do coordenador diocesano da PJ, o jovem Wellington Souza. Aproximadamente 200 jovens, dos quatro municípios, estiveram presentes no encontro.

***    *    ***

A bela Igreja Matriz Santa Cruz, em Malhada.
O encontro iniciou com uma bela celebração eucarística presidida pelo Pe. Eduardo Bellotti e concelebrada pelo Pe. João Sá.
 
***   *    ***
 A juventude saiu pelas ruas da cidade com cartezes, faixas e cantando em marcha contra a violência e o extermínio da juventude.
***   *   ***
O encontro ocorreu no auditório da Escola Paulo Souto com palestras, apresentações teatrais, danças e músicas.
Teatro: jovens de Iuiu
***    *    ***
Pe. João Sá "Juventude: fostes criadas para as primícias de Deus"
***   *   ***
Motorista e passageiros numa alegria só, mesmo apertadinhos!
***   *    ***
Juventude de Palmas de Monte Alto: desse lado Rio Carinhanha, do outro, Rio São Francisco.
***    *    ***
video
Uma belíssima apresentação de dança: juventude de Malhada!

sábado, 17 de julho de 2010

PRAZERES DE REBANHO

Gilvan Almeida**


Eu poderia simplesmente me entregar ao destino de ser somente um ser humano comum, desses que existem aos milhões neste país, domesticados e alienadamente felizes, sem querer nada mais do que os prazeres que qualquer rebanho tem. Mas não, não quero só isso, não me contento e nem me acomodo em ficar satisfeito só com cachaça, fazer filhos que não poderei criar com dignidade, arroz com feijão e rede Globo, o pão e o circo que nos é oferecido. Eu também quero direitos iguais, qualidade, arte, cultura e ciência, nobreza, consciência e espiritualidade, todas as condições que podem permitir a um ser humano exprimir a sua plena potencialidade e ser feliz. E isto não só para mim, quero para todos.

Não quero chegar lá na frente e ter a triste constatação que a vida passou e eu não vivi a vida que eu sonhava, que não construí, ou não me deixaram construir, a vida que eu queria, que eu apenas me deixei levar pela corrente da alienação oficial vigente, que submergi na covardia e na submissão por medo de lutar, de fazer a minha parte.

***
** Gilvan Rodrigues de Almeida é médico acreano. Escreve no blog CABEÇA E CORAÇÃO.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

terça-feira, 13 de julho de 2010

A BOA VONTADE NÃO CUSTA NADA

Profª. Inês Lacerda Araújo


Algo que chamou a atenção no caso do goleiro Bruno, foi a imprensa de modo geral voltar-se para o efeito sobre os pequenos torcedores do Flamengo. Para os fãs o jogador é bom, mais do que bom de bola, um herói.

Ora, suspeito de assassinato, ele se transformou em vilão. Como entender o mal? Como explicar que um ídolo faça o mal?

Para Hobbes o homem quer devorar o próprio homem, em uma eterna luta. Para Rousseau, ao contrário, o homem nasceu bom, a sociedade é que o corrompeu. Freud também culpou a civilização por bloquear os impulsos.

Uma visão diferente acerca do mal, é a de Santo Agostinho. O mal não é uma coisa, portanto não depende de Deus, não é algo criado. O mal vem da vontade que é livre. Há o livre arbítrio, a livre escolha, ou então não é mais vontade. Mas como pode a vontade escolher matar alguém que carrega um filho seu?!

Quando falta força, quando a decisão abandona a fortaleza, a coragem, as virtudes pelas quais se consegue vida plena, vida feliz, é a própria vontade que assim agiu. Mas não a boa vontade.

Cultivar a boa vontade é difícil, requer sacrifício, luta, empenho, boa educação, hábitos cultivados desde cedo, pela pessoa, única responsável pelos seus atos. De nada adianta encontrar culpados, ou desculpas. Ele foi fraco porque, coitadinho, não teve chance, a sociedade é que é má, os pais o abandonaram, etc. etc.

A disposição para agir bem depende da vontade que extrai dela mesma a força para se encaminhar, ou seja, encontrar seu caminho.

Pode-se perder a fortuna, amigos, a saúde, mas a boa vontade depende apenas de nós, ela nos pertence, é gratuita, basta que a reconheçamos e que tenhamos a força moral necessária para cultivá-la.

***   ***

**INÊS LACERDA ARAÚJO, filósofa, autora, entre outros, de Foucault e a crítica do sujeito (Curitiba: Ed. da UFPR, 2008).

***

P.S. gente, esses últimos dias tenho estado muito ocupado, além de algumas viagens, estou ultimamente visitando famílias de nossas comunidades rurais. Por isso, não tenho publicado textos de minha autoria, sobretudo literatura acreana, dos quais boa parte do pequeno número, mas bons leitores deste blog gostam. Mas ficam aqui bons textos por mim selecionados (modéstia a parte). Abraços!

domingo, 11 de julho de 2010

O MENINO DAS MEIAS VERMELHAS

Carlos Heitor Cony

O nome dele era complicado, passou a primeira semana sem que ninguém o chamasse para brincar. Até que repararam que sempre usava meias vermelhas e ele ficou sendo o “menino das meias vermelhas”. Vivia pelos cantos, quase não falava, quase não existia. Apesar disso, não parecia infeliz. Era apenas solitário: era o Menino das Meias Vermelhas.

Um dia perguntaram: “Menino das Meias Vermelhas, por que você sempre usa meias vermelhas?” Ele respondeu como se não fosse com ele: “No dia dos meus anos, minha mãe levou-me ao circo e colocou-me meias vermelhas. Eu reclamei, com aquelas meias chamaria a atenção dos outros, todos zombariam de mim. Mas ela explicou: ‘É que lá vai ter muita gente, se eu me perder de você, olharei para baixo e será fácil encontrá-lo.’”

E todos os dias lá vinha o Menino das Meias Vermelhas com suas meias vermelhas, com seu silêncio, sua solidão, como se esperasse alguma coisa ou como se tudo já houvesse acontecido com ele. Ninguém dava mais importância ao menino nem às suas meias vermelhas. E era isso o que ele parecia desejar.

Sentava em cima de uma pedra, nos fundos do campo onde os outros jogavam pelada ou soltavam pipas. Até que veio a tarde de chuva e os meninos não puderam jogam pelada nem soltar pipas. Como distração, resolveram provocar o Menino das Meias Vermelhas.

“Você não está no circo! Tire essas meias vermelhas, elas são ridículas!”

O Menino das Meias Vermelhas não ficou aborrecido. Depois de algum tempo, falou, como se falasse consigo mesmo: “Eu vou continuar usando meias vermelhas. É que minha mãe foi embora. Um dia, talvez ela passe por mim em algum lugar, verá minhas meias vermelhas e me reconhecerá.”

O sol apareceu de repente e os outros meninos foram jogar pelada e soltar pipa. 


CONY, Carlos Heitor. Os anos mais antigos do passado. Rio de Janeiro: Record, 1999.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

ARTEFATO NIPÔNICO

Adélia Prado

A borboleta pousada
ou é Deus
ou é nada.


***    ***
*

PRADO, Adélia. A faca no peito. Rio de Janeiro: Rocco, 1988.
Foto: Rosa Gambóias

segunda-feira, 5 de julho de 2010

ASSIM FALOU ZARATUSTRA

F. Nietzsche

“Zaratustra, porém, olhava para o povo e se admirava. Depois falou assim: o homem é uma corda, atada entre o animal e o além-do-homem, uma corda sobre o abismo. Perigosa travessia, perigoso a-caminho, perigoso olhar-para-trás, perigoso arrepiar-se e parar. Grande no homem é que ele é uma ponte e não um fim: o que pode ser amado no homem é que ele é um passar e um sucumbir.”

sábado, 3 de julho de 2010

LAS MUSAS DEL VALLENATO

En 1988 llega a Cartagena, Colombia, Graciela “Chela” Ceballos nacida en Barrancabermeja Santander, con la idea de hacer un grupo vallenato femenino. Apoyada por su tía Alicia Pacini quien hacia coros y cantaba al lado de Chela desde niña y quien actualmente es su Manager. Chela toca el acordeón que su padre Ramiro Ceballos le enseño desde muy niña, también aprendió a tocar caja, guacharaca, guitarra un poco de conga y algo de piano. Con este talento hace realidad sus sueños y entonces decide llamarlo LAS MUSAS, porque la palabra musa abarca todo lo que ella quería representar en una sola palabra. Musa significa, inspiración del poeta, mujer inspiradora y además en la mitología griega existió un dios llamado Zeus quien tenia a su cargo 9 musas o mujeres y una de ellas representaba la música y otra el arte. Es así como nacen LAS MUSAS DEL VALLENATO.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

JUVENTUDE QUE FAZ DIFERENÇA!

JUVENTUDE PE. HUBERT
entra no seu quinto ano integrando fé e vida.

Desde 02 de Julho de 2005
Parabéns a todo/as!
O grupo de Jovens JUVENTUDE Pe. HUBERT foi criado no dia 02 de Julho de 2005, numa das salas da Igreja de N. Sra. Aparecida, no Bairro da Praia, em Tarauacá-Ac. O nome do grupo faz memória ao célebre sacerdote alemão que se dedicou de corpo e alma à população de Tarauacá e Jordão por cerca de 30 anos. Padre Hubert Grossheim chegou ao Brasil no ano de 1968. Em Tarauacá, no ano de 1978. Faleceu no dia 02 de abril de 2005, devido um câncer de sangue (leucemia), em Tarauacá. Seu corpo repousa na Igreja Matriz de São José. Em vida, Pe. Hubert exerceu um atuante ministério, sobretudo junto à população mais carente. Deu uma atenção especial aos ribeirinhos e aos povos indígenas. (JPH)

***   ***   ***

Conheça mais visitando o blog do grupo

INDEPENDÊNCIA DA BAHIA!

SALVE ESTADO MARAVILHOSO!