domingo, 18 de dezembro de 2016

NATAL DE BRITO: ESCOLHIDO O MELHOR RADIALISTA DA HISTÓRIA DO RÁDIO ACREANO

Gilberto A. Saavedra (Jornalista de rádio) 


NATAL BARBOSA DE BRITO, foi um dos maiores radialistas que, o rádio do Estado do Acre já teve. Um profissional de mão cheia. Competente em todos os sentidos da mídia sonora.

Por todo seu profícuo e relevante trabalho dedicado durante longo tempo ao sem fio acreano, foi escolhido como vencedor do Concurso “HORS CONCOURS DO RÁDIO ACREANO” realizado na internet.

‘O Júri’ formado por radialistas e jornalistas do Acre, agraciou o melhor Locutor Comunicador de todos os tempos da história do rádio no Estado do Acre.

Natal de Brito foi Funcionário da União. Nos meados da década de 1950/5. Iniciou seu trabalho na Imprensa no antigo Departamento de Imprensa e Radiodifusão do Ex-Território Federal do Acre, que tinha como Diretor o Jornalista, Geraldo Freire Brasil.

Mais tarde foi transferido para Difusora Acreana que, fazia parte do mesmo sistema, para exercer o cargo de Locutor. Rapidamente se destacou. Abraçou a nova carreira com dedicação de corpo e alma.

Foi Diretor da Difusora Acreana pela primeira vez, nos meados de 1958, e nos primeiros anos da gestão do então Governador Jorge Kalume em 1967, assume o comando da emissora pública pela segunda vez.

É de sua criação e apresentação do ‘Grande Jornal Falado da Noite’ e de Dois programas no palco do auditório da Difusora Acreana.

Programa Infantil matinal no palco com brincadeiras e variedades. Criou o Programa com os valores da terra aos domingos à noite no auditório da Difusora. Foi um grande sucesso. Descobrindo e lançando cantores da terra ao grande público ouvinte da ZYD 9.

Criador de várias atrações e com um trabalho executado exaustivamente, sem hora para encerrar;


Embora no quesito de solenidades do governo, o sem fio acreano estivesse bem servido com vários profissionais competentes, Natal de Brito, como Locutor de transmissões oficiais era imbatível.

Jornalismo (uma apresentação impecável de áudio com uma voz inconfundível).

Natal de Brito possuía uma ‘bela voz’. Um timbre grave, um vozeirão que Deus lhe deu.

Era carismático, ele conseguia transformar o ambiente de trabalho de todos, na continuação do lar familiar, através, da amizade, à união da equipe; Mestre de locutores (de dezenas de discípulos), que passaram por suas mãos; Natal de Brito com sua experiência de anos e de um excelente perfil como profissional de rádio, não media esforços para ajudar todos que estavam interessados em seguir na função de Locutor.

Ainda sob o seu comando e nas gestões de Eurico Filho, José Lopes e Campos Pereira, muitos jovens ingressaram no quadro de locutores da Difusora Acreana:

Quanto ao título de Hors Concours agraciado ao Radialista Natal de Brito, foi feito através de um júri com jornalistas e radialistas acreanos, que conviveram esse tempo maravilhoso e posteriormente, continuam na labuta, com capacidades de diferenciar os períodos citados até os dias atuais.

O rádio acreano sempre contou com excelentes profissionais que dedicaram uma parte de suas vidas ao trabalho exaustivo do sem fio, colaborando com todos que precisavam da informação, nos mais diversos e longínquos rincões do Estado do Acre e da Amazônia.

O concurso “HORS CONCOURS” é uma homenagem singela a todos aqueles polivalentes e bravos locutores do nosso Acre que, não mediram esforços em prol de um rádio melhor.

Estamos resgatando, um pouco da história do rádio acreano que, ficou para trás, esquecida, onde os nomes dos grandes vultos do microfone, que fizeram parte da “Era do Rádio Acreano”, são desconhecidos pelas novas gerações. 

Foi uma época maravilhosa quando o rádio ainda era o principal meio de comunicação em todo o Brasil. Seus grandes momentos de glória se estenderam até aos anos 1950, com a “Era de Ouro do Rádio” quando então surgiu nossa Televisão brasileira.

No Acre o apogeu se estendeu até os primeiros anos da década de 1970/4, quando, então, foi fundada nossa Televisão em Rio Branco, capital do Acre. 

São singelas homenagens aos radialistas que, alavancaram o progresso pujante do sem fio acreano, em especial, na Rádio Difusora Acreana, com muita luta, competência e união. Entretanto, não esquecendo, também os grandes locutores da ex- Rádio Novo Andirá, criada em 1966, pela família Dantas.

VOTOS DOS JURADOS:

Nilda Dantas = Radialista e Jornalista.
Meu voto: “CAMPOS PEREIRA” (1) voto.

– Um grande Comunicador.
Repórter, Âncora, Editor, Apresentador, Diretor por várias vezes e descobridor de talentos. Esse nos representa por tudo que realizou na TV e rádios do nosso Estado. Zeloso em guardar registros das histórias da imprensa acreana.

JOSÉ VALENTIM = Radialista e Jornalista.
Meu voto: “NATAL DE BRITO” (1) voto.

– No meu conceito existe nos dias de hoje o Locutor completo e aquele que só sabe usar a Latinha, o Microfone.
E existe aquele que é ‘Completo’.
Existiram muitos deles naquela turma que fez no Acre a chamada época de Ouro. Muitos eram excelentes num quesito e deixavam a desejar em outros.
Voto em Natal Barbosa de Brito, um radialista completo. Apresentador (locutor que numa cobertura externa não precisava de texto, bastava que houvesse o cenário), redator, Gestor, produtor, escritor e outros, acho que basta.
Este, foi meu professor, com quem aprendi tudo que apliquei nas emissoras AM e FM que fui Gestor em Vitória-ES, Campo Grande-MS, Recife-PE e Rio de Janeiro. Natal Barbosa de Brito nas épocas de vacas magras, segurou a peteca da Rádio Difusora Acreana. Gde abço. Jvalentim.

RAIMUNDO NONATO (Pepino) = Radialista.
Meu voto: “NATAL DE BRITO” (2) votos.
“O melhor de todos”.

MANOEL FAÇANHA = Jornalista.
Meu voto: “CAMPOS PEREIRA’” (2) votos.

 – Indicar o melhor profissional de uma área profissional sempre foi e será uma tarefa árdua, principalmente quando falamos de bons profissionais. Refiro-me a escolha do melhor comunicador do rádio acreano - “O COMUNICADOR – HORS CONCOURS DO RÁDIO ACREANO”.
Na minha escolha quero deixar claro que levei em consideração vários aspectos do comunicador, não apenas a voz e a filosofia de trabalho adotada por ele para passar a notícia aos ouvintes, mas também, valorizei aspectos como caríssima e dedicação à notícia, além é claro dos aspectos investigativos dos fatos transmitidos por ele. Outro aspecto não menos importante para justificar o meu voto diz respeito à dinâmica profissional.
Um bom comunicador não pode entender apenas de um assunto. Sua profissão exige que ele conheça de vários assuntos, não precisa que ele seja um PhD, mas quanto mais conhecimento mais proximidade ele estará do público.
Por fim, outro aspecto que pesou para a escolha do meu voto diz respeito ao fato do nome escolhido ter sido um verdadeiro idealista da comunicação local.
Justificado tudo isso, quero dizer que o meu voto vai para Pedro Paulo Menezes de Campos Pereira, ex-jornalista esportivo, policial e acostumado a grandes coberturas de diversas áreas durante mais de quatro décadas (1968- 2004) vivenciado em nossa cidade (Rio Branco).

Natural de Rio Branco, Campos Pereira nasceu dia 27 de junho de 1936 e faleceu dia 27 de junho de 2004, aos 67 anos.

NONATO COSTA = Radialista e Jornalista
Diretor da Rádio Aldeia FM de Cruzeiro do Sul.
Apresentador dos programas:
“Boa Noite Acre"
“Se Liga Juruá”
“Brasil Brega show”
Meu voto vai para “JORGE CARDOSO”. (1) voto.

 – Jorge Cardoso não tinha aquela voz grave típica dos grandes locutores, mas tinha uma meiguice e maciez nas palavras, que caracterizava o grande ser humano que foi; amigo e parceiro de todos e ajudador dos artistas fossem eles do Acre ou de outras partes do país.
Em seus programas sempre tinha espaço para todos além do grande legado que nos deixou como cantor e compositor.

MAURO D’AVILA MODESTO = Radialista Jornalista e Poeta.
Meu voto vai para “CONDE” (1) voto.

– A ideia do grupo é MUITO BOA. É um trabalho para resgatar um pouco da história da família do Rádio acreano. Todos nós os locutores temos um serviço prestado extraordinário, até porque naquela época era o único meio de comunicação. A HISTÓRIA DO RÁDIO em qualquer lugar do mundo é excelente, principalmente nessa região que o nosso vizinho distava dois de viagem de um para o outro (estou falando do seringueiro. do homem da Amazônia). Recebam de minha parte todos os louvores pela brilhante ideia. Um grande abraço e saudações poéticas.

ZEZINHO MELO = RADIALISTA ESPORTIVO
Meu voto vai para “NATAL DE BRITO” (3) votos.

– Para mim, o Natal de Brito é o que mais se destacou como comunicador. O mesmo foi Locutor Oficial do Governo, Noticiarista e de programas musicais (auditório).
Entre o Estevão Bimbi e ele, eu fico com o Natal de Brito. Os dois foram ótimos. Abraço amigo e parabéns pela ideia.

CLASSIFICAÇÃO:
Primeiro lugar = Natal de Brito (3) votos.
Segundo lugar = Campos Pereira (2) votos.
Fica nossa idealização, para que mais tarde, realizem-se novas criações nesse sentido.
Agradecimento ao Blog “Alma Acreana” com Isaac Melo, Jornal “Opinião” com Manoel Façanha e Difusora Acreana no Programa da Nilda Dantas.

sábado, 17 de dezembro de 2016

A DESPEITO DOS MAUS...

VERLAINE (1844-1896) 


A despeito dos maus e dos maledicentes
Que hão de invejar nossa alegria, nós seremos
Às vezes orgulhosos mas sempre indulgentes.

Iremos joviais nos caminhos extremos
Que sorrindo a Esperança há de mostrar após,
A existência dos outros, nós ignoraremos.

Isolados no amor como em bosque sem sóis,
Os nossos corações que só a ternura inspira,
À tarde cantarão como dois rouxinóis.

E se o mundo nos for doce ou repleto de ira.
O que faremos dos seus gestos? Afinal
Ele nos dê carícia ou nos tome por mira,

Unidos por um elo o mais caro e fatal,
E ainda levando uma armadura adamantina
Sorriremos a todos, sem temer nenhum mal.

E sem cuidar jamais de quanto nos destina
A sorte iremos nós, braços dados em suma,
O passo sempre igual com a alma (esta menina)

Deste que vão se amando sem mistura alguma! 


VERLAINE, Jean-Marie. Poemas. (trad. Jamil Almansur Haddad). São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1962. p.144

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

INGRATIDÃO

Adelina de Savart de Saint Brisson


Sem um adeus, partiste indiferente
A tranquila morada abandonaste,
Onde, em dias felizes, me juraste:
Um amor ideal, profundo, ardente!

Não te posso esquecer, por mais que o intente
Bem fundo foi o golpe, que vibraste
Em meu peito! Do ninho desertaste
Deixando-me na dor eternamente!

Arrastado, das festas, na voragem!
Do mundo vendo, enfim, o fingimento,
Triste recordarás a minha imagem,

Será tarde, porém!... Na eternidade
Descansarei!... E findo o meu tormento...
Nunca mais sentirei de ti saudade!


Adelina S. de Saint Brisson, distinta intelectual, diretora do Jardim da Infância de Botafogo.
Fonte: Revista O Malho, Rio de Janeiro, 22 de dezembro de 1923.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

O RIO

Leandro Tocantins (1919-2004)


O barranco alto. Fronteira entre dois caminhos, o da terra e o da água. A lama vigia o fluxo do rio. Águas que vêm de muito acima. Além do além. Minha primeira percepção é da existência de um reino encantado. Mencionam-me a fada das águas, onde o rio começa. Varinha de condão espargindo estrelas voláteis. Vai, água das águas, desce nos leitos, toca na raiz das florestas, e vai até o mar.

A construção do rio, pela boca do povo. O demais, minha sôfrega imaginação. Os peixes, os jacarés, as cobras, as arraias. A cobra-grande, o seu palácio, no fundo. O farol de seus olhos, iluminando barranco para agarrar gente e revertê-la ao seu domínio tirânico de rainha, a esfera dos espaços de ouro e prata. Inextinguíveis curiosidade e medo.

O rio. Caminho de baixar até a cidade grande. Chegaria a hora de ir-me, também, com essas águas. Era um indefinido fim do ano, marcado pelo calendário da família. A esperança consumia projetos inquietantes. Estar numa cidade verdadeira. Cidades semeiam atrações, novidades para os meus olhos ávidos do desconhecido.

Só o rio poderia levar-me aos países de sonho. Descobri que a viagem era medida pelo tempo. Belém, vinte dias. Mas o rio, dominador e dogmático, alterava os planos e agendas. Se proibisse água para navegar tranquilamente até o Amazonas. Este, sim, mestre das águas vivas, onipotentes a qualquer hora. A primeira lição que o rio me ensinou. O sentido do Tempo.

Minha energia gestual principiava no rio. No encanto e nos mistérios que todo rio exerce no espírito dos meninos. Na pesca de tarrafa. Na pesca de caniço. No banho lúdico. No passeio de canoa ou de batelão a motogodile. No anseio de libertar-me. Descer ao sabor da correnteza das águas. Descer.

Libertação? De quê? Se todo o meu mundo estava inteiro, ali. Belém do Pará, meu céu nativo, era incapaz de me oferecer montagem real. Dela saíra com a inconsciência dos seres recém-nascidos. O Acre, por primeiro, entrou nos meus olhos, nos meus poros, nos meus sentidos. Assisti-o, assimilei-o com o ritmo de criatura iniciante. E do Acre, aqueles vales perdidos em verdes imensos.

Enfrento os enigmas humanos. A segunda lição aprendida com o rio. O homem, ser inquieto, arremessa visão, sempre, para o que há de vir. O esperado. Libertação, realização, satisfação. Seja o que for. Mas, liberdade. Até de sonhar, o que, cedo, aprendi a fazer.

Tinha cinco anos de idade. As alamedas do mundo começaram a franquear percepções do ver e do sentir. Os espaços se abriam, correntios e insinuantes. E o rio, conduto de augúrios, virtuose de promessas e de utopias, tomava conta de minha cosmovisão. De noite, os sonhos que traziam imagens de fuga alada, ente paredões de mata. A levitação libertava alegria de cavalgar águas profundas. Eu abria caminho nas voltas e nos estirões do rio, como barco fantasma. E chegava à cidade grande. Confusa, angustiante, perturbadora.

O sonho, com frequência, decompunha a imaginação do menino. A paisagem vista do sonho era a do Tempo, a que eu desejava me antecipar. Aprendi, de novo, com o rio, a predestinação do ânimo consentido. Mas o essencial, o concreto, era o rio correr de baixada. Encher. Alagar. Vazar. Vazando o rio agressivo, anarquista, oferecia a voluptuosidade dos barrancos lamacentos, regados de adubos, à exuberância de vários verdes. Então, germina, como se fossem cascatas de leite e mel, a minha flor lilás. Tão frágil. Basta um toque e ela oscila e murcha, alma arrancada de seu imo. Uma lavra de lilases, em forma de pequeninos lírios, eu, acalentando a imagem colorida no roteiro simples da beleza. Olhar os lírios do barranco. Êxtase para olhos profundos.*

TOCANTINS, Leandro. Os olhos inocentes. Rio de Janeiro: Philobiblion, 1984. p.27-29

*Por instância de amigos que leram os originais deste livro, e até mesmo por natural curiosidade, precurei investigar o nome da florzinha lilás. Antonio Prado, atual prefeito do Município de Tarauacá, onde se localizam os cenários de Os olhos inocentes, informou-me, pelo telégrafo, que ela possui a denominação de gitirana. O botânico do Museu Nacional, Luiz Emygdio de Mello Filho, amigo a quem recorri, sugeriu o exame do material que, a pedido meu, foi coletado no Acre por Haroldo Costa, representante do governo acreano, no Rio de Janeiro. Luiz Emygdio identificou a planta. É a espécie Ipomea ramosíssima (Pir.) Choisy, rastejante e florística, também trepadeira, muito profusa, que nasce espontaneamente e se propaga com grande rapidez. Comum no Acre, no Amazonas, e no Equador, no Peru, na Bolívia amazônicos. Luiz Emygdio integrou as amostras no magnífico herbário do Museu Nacional, onde será o primeiro exemplar coletado no Brasil. E propôs registro no catálogo científico: “Gitirana do Acre”, desde que há várias espécies de gitirana em outras partes do Brasil. Tropical (o gênero Ipomea é pantropical), outra espécie, com bastante semelhança, é a Ipomea pescaprae Roth. (vulgo salsa-de-praia, ou gitirana), que acompanha as formações vegetais do litoral brasileiro. A planta, no Acre, é também chamada de salsa, mas o nome predominante é gitirana.

domingo, 11 de dezembro de 2016

Concurso “O COMUNICADOR HORS CONCOURS DO RÁDIO ACREANO”

O Blog ALMA ACREANA, está promovendo o Concurso “O COMUNICADOR HORS CONCOURS DO RÁDIO ACREANO”. O melhor Radialista de todos os tempos do rádio do Estado do Acre.

O concurso conta com os apoios da RÁDIO DIFUSORA ACREANA e do jornal OPINIÃO.

Estamos tentando resgatar, um pouco da história do rádio acreano que, ficou para trás, esquecida, onde os nomes dos grandes vultos do microfone, que fizeram parte da “Era do Rádio Acreano”, são desconhecidos pelas novas gerações.

Foi uma época maravilhosa quando o rádio ainda era o principal meio de comunicação em todo o Brasil. Seus grandes momentos de glória se estenderam até aos anos 1950, com a “Era de Ouro do Rádio” quando então surgiu a Televisão no Brasil.

No Acre o apogeu se estendeu até os primeiros anos da década de 1970/4, quando, então, foi criada à Televisão em Rio Branco, capital do Acre.

São singelas homenagens aos radialistas que, alavancaram o progresso pujante do sem fio acreano, em especial, na Rádio Difusora Acreana, com muita luta, competência e união.

O vencedor do Concurso “O COMUNICADOR HORS CONCOURS DO RÁDIO ACREANO” será votado através de um Júri, formado por profissionais de radialistas e jornalistas da Mídia do Acre que, premiará o melhor Locutor de todos os tempos da história do rádio acreano.

O grande vencedor do Concurso “O COMUNICADOR - HORS CONCOURS DO RÁDIO ACREANO” será conhecido no próximo domingo, dia 18 do mês curso, dezembro de 2016.

O Blog Alma Acreana publicará o Campeão do Concurso. O Jornal Opinião vai dedicar uma página (Manoel Façanha) no domingo; a Rádio difusora Acreana no Programa da Nilda Dantas, na segunda feira, dia 19, tecerá comentário do perfil do vencedor.

Solicitamos encarecidamente aos nossos amigos do Facebook que, para o melhor brilhantismo e o sucesso do concurso, que enviem os seus comentários, mostrando a todos os seus favoritos.

Agradecemos de coração o apoio. Amigos são pra isso, contamos com vocês.

São dezenas e dezenas de concorrentes, mas, estamos colocando aqui, os mais fortes candidatos.

Não há um critério (uma lista oficial), você poderá escolher aquele profissional do rádio do Acre como o seu locutor preferido e que não esteja na relação.

Locutores: Índio do Brasil, Garibaldi Brasil, Alfredo Mubárac, Sergio Brasil, Natal de Brito, Maria Júlia Soares, Diomedes Andrade, Mota de Oliveira, Cícero Moreira, Orsetti Gomes do Vale, Vilma Nolasco, Anselmo Sobrinho, Campos Pereira, Jose Lopes, Estevão Bimbi, J. Conde, João Lopes, Etevaldo Gouveia, Xavante, Paulo Farias, M. Rocha, etc.

O Concurso “O COMUNICADOR HORS CONCOURS DO RÁDIO ACREANO” foi idealizado pelo Radialista e Jornalista Gilberto A. Saavedra.

Contamos com seus comentários. OBRIGADO! Comissão do concurso.