Mostrando postagens com marcador ARTHUR JOSÉ. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ARTHUR JOSÉ. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

AFLUENTES SONOROS-AMAZÔNIA OCIDENTAL INSTRUMENTAL - 2020

A coletânea virtual: “AFLUENTES SONOROS-AMAZÔNIA OCIDENTAL INSTRUMENTAL - 2020” - V.A. (Vários Artistas), tem como intenção Maior, Organizar e Escoar a produção Musical Autônoma no campo da Música Instrumental, gerada no Território da Amazônia Ocidental.

01 - “Mercadores da Natureza” (09: 43)

Arthur José: Baixo Acústico, Colagens

João Araújo: Violão

----------------------------

O que nós chamávamos

“O Mundo Antigo”, é a rota de comércio, onde, os Europeus tinham que passar para fazer o comércio, a troca com a Índia e China.

E por ocupar aquela posição Estratégica, foi sempre desejada, por todas as Super Potências da Época.

Inclusive muitas vezes eu digo:

Todas as Super Potências desde, faz 10.000 anos até o dia de hoje, trataram de ocupar, ou ocuparam a Palestina, para garantir o comércio, exceto:

- Os Maias

- Astecas

- Quéchuas

- Os Indígenas deste hemisfério Ocidental.

O Presidente Médici, inaugurou oficialmente, os trabalhos de construção da Rodovia Transamazônica.

Instrumento eficaz de ampliação das fronteiras econômicas do País, uma das obras essenciais do Programa de Integração Nacional, elaborado pelo atual governo.

A Transamazônica é um passo imenso, no sentido da Ocupação Racional de uma área, que se caracteriza por um vazio demográfico, só comparável ao das desoladas regiões polares.

Estas 56 transações, trouxeram para a palestina uma riqueza extraordinária, porque houve uma mistura de tantas Etnias, de tantas culturas, que trouxe como consequência que na Palestina, na Terra de Canaã nasce o comércio, nasce o abcedário, que depois pelos Fenícios e levado a Grécia.

Nesta palestina também, nasce o Monoteísmo, nasce e se desenvolve o Monoteísmo, que lhe dá uma riqueza Espiritual,  e esta riqueza Espiritual foi, o que foi usado ao longo destes anos, como motivo, como pretexto, para invadir e para contestar a Palestina.

----------------------

A Obra “Mercadores da Natureza”, contém fragmentos da faixa “Corrente Indiana do Espaço”, captada em sessão Musical, em Janeiro de 2020 no decorrer da Disciplina de Verão “Prática de Conjunto Instrumental II e III”, no curso de Licenciatura em Música da U.F.A.C

Os Fragmentos sonoros usados como colagens são:

* Solo de Taqsim por Omar Naqichbendi. ( Extraido do Disco “ Luth Traditionnel en Syrie”, Arabesques 5) 1974.

* A fala de Ibrahim Alzeben, embaixador da Palestina no Brasil foi captada no dia 25 de setembro de 2018 no Teatro Universitário (Universidade Federal do Acre), durante sua participação no Seminário “Direito Internacional e a Resolução 181 da ONU: como promover uma resolução pacífica do conflito em Israel e Palestina?” promovido pelo Departamento de Direito UFAC.

* Trecho do Documentário “A Transamazônica” realizado pela Agência Nacional.1970

------------------

“Sem  a  prática  de  automutilação  do  agir,  como  abrir  as  chaves  do  cativeiro,  que mantém vigiada a liberdade através dos sistemas dominantes de significação?  Pode  o  subalterno  tocar?  Como  evidenciar  um  agir  sonoro,  que  está  fundamentado em realidades extramusicais? Como dialogar sonoramente em conjunto,  sem  que  a  voz  do  meu  instrumento  silencie  o  direito  de  expressão do outro – o mesmo outro que figura como um nutriente indispensável na  manutenção  do  fluxo  sonoro,  fornecendo  energia  ao  organismo  de  ação manifestado  de  forma  intuitiva,  visando  o  improvável,  praticando  sintonias,  ressonância  e  dissonâncias,  capaz  de  refletir  no  fazer  musical  de  cada  um,  a  soma das frentes de ação sonora, fundamentadas na união pela semelhança, ao invés da separação pela diferença?”

Música experimental,   técnicas   estendidas   e   práticas   criativas   como ferramentas decoloniais: um relato de várias torções e tensões.

Messina, Marcello, Carlos Mario Gómez Mejía, Leonardo Vieira Feichas, Carlos Eduardo da Silva, e Arthur José de Souza Martins. In PROA: RevistA de AntROPOlOgiA e ARte | UnicAmP  | 10 (1) | P. 101 - 121 |  JAn - JUn | 2020.  :https://www.ifch.unicamp.br/ojs/index....

 

- Realização:

- G.I.L ( Grupo de Improvisação Livre )

- Selo Brecha.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

REVÉRBERO: ÁLBUM MUSICAL DE ARTHUR MIÚDA

Arthur José de Souza Martins, também conhecido como “Miúda”, músico, artista e pesquisador. Nascido em 1987 na cidade de Rio Branco no Acre. Iniciou sua carreira musical aos 15 anos com a Banda Lona Blues Boys, em Shows na Universidade Federal do Acre, desde então fez parte das bandas; Na Tora, Far Star, Mamelucos, Mapinguari Blues. Participou ainda como Baixista em shows, apresentações, Jam Sessions com os seguintes artistas; Andrelino Caetano, Antonio Pedro, Arismar do Espírito Santo, Bima, Bruno Souto, Caravana do Pecado, Carol Freitas, Chico Chagas, Chiquinho da Guitarra, Clenilson Batista, Daniel Groove, Deivid de Menezes, Haley Guimarães, Heloy de Castro, João Araújo, João Donato, Jorge Cardoso, Juca Culatra, Leo Chermont, Nemias Maciel, Pia Vila, Pio Lobato, Robertinho Silva, Saulo Duarte, Shaneihu Yawanamá, Thiago do Espírito Santo, Vinícius Dorin, Zé Jarina, dentre outros.

Em 2008 participou da formação da banda Instrumental Caldo de Piaba, que tinha como proposta, um Amálgama Sonoro de elementos musicais como; Carimbó, Cumbia, Dub, Funk, Jazz, Lambada, Rock, etc, que se dava através de composições próprias, tanto quanto como em releituras. A banda gravou três CDs entre os anos de 2009 a 2011.

Atualmente desenvolve pesquisas sobre, saberes práticos, com músicos do seringal, no projeto “Memórias Musicais Vivas na Amazônia Acriana”, e também sobre Improvisação Livre com o G.I.L (Grupo de Improvisação Livre), na Universidade Federal do Acre.

Clique aqui para ouvir: artmiuda.bandcamp.com 

segunda-feira, 28 de maio de 2018

EXPOSIÇÃO “DUAS VIDAS: PROJEÇÃO ASTRAL”

Sobre a exposição:

A exposição é fruto de experiências do artista com a projeciologia. Foram criadas na França e Itália 2017\2018.


Sobre o artista:

O Artesão Gerson José Marques de Souza, 35 anos, nascido em 21/09/1982, natural do bairro 06 de Agosto, filho de uma família constituída de oito irmãos. O pai, José Garcilázio, natural da ilha de Parintins. A mãe, Maria de Nazaré Marques, é natural de Boca do Acre.

Ao encontrar um propósito, resolveu criar um livro relatando as experiências em projeciologia. Do livro criou as referentes obras.

Morador da Comunidade Céu do Mapiá, fundada em 1983 por Sebastião Mota de Melo no município de Pauiní, localizado dentro da Reserva Nacional do Inauirí – Pauiní, no estado do Amazonas.

Paralelo ao Trabalho artístico, exerce o ofício de Artesão, ora na reconstrução de motos, ora construção de casas, ora manipulando o ferro na construção de esculturas com sucata mecânica, ora esculpindo instrumentos acústicos.




Por Arthur José “Miúda”
músico e sobrinho do artista
(escrito em 26/05/2015)

quinta-feira, 17 de maio de 2018

CURA HERMÉTICA

CURA HERMÉTICA 
Arthur José
  
A
composição
Os Sons
Experimentação
Agir, somar, reunir
Reunião
Experimentar a ação
União de sons incorporados em prol do Livre
Manipular o invisível
Control + C Control + V
A construção do Agora se dá pelo intuir

Afrouxar as correntes do agradável
Será que eu posso tocar isso?...
Quem           Te           proibiu?
Cada qual tem o seu direito de ser, e não de parecer
Apesar dos rótulos
Moldes
Leis

A Música e um território livre
Uma vez que
Acredite em si
Cada Qual                                             Tem um Som
Um Tom
Que grande parte do tempo está
Subordinado ao Maestro Capital com sua batuta-cacetete
Afinada pelo Medo
Que
Dita-a-duração
Dos compassos
Dos passos
Das Horas      dos minutos
... Mas eu não sou músico...
Conversa mole                     Meu irmão se acorde que o tempo é esse
Prove do improvável        em prol      da Autonomia Temporal
Sinta
Visualize
Legalize o sentir
Improvise Sentidos
Escute a sinfonia do não falar
Força!!! Força!!! Força!!!